quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Champions, Libertadores e o Dérbi Centenário



Foto: Vitor Silva / SSPress/Botafogo


Esse meio de semana foi recheado de partidas importantes, tanto na Europa quanto por aqui. Começamos com a Liga dos Campeões, que teve rodada com média bem alta de gols. Além dos jogos da semana passada, com Benfica 1x0 Borussia Dortmund, Bayern de Munique 5x1 Arsenal, Real Madrid 3x1 Napoli e PSG 4x0 Barcelona, tivemos mais quatro jogos essa semana, que trouxeram mais uma enxurrada de gols.

Em Manchester, o City recebeu o Monaco. E os donos da casa saíram na frente. Sané tabelou com David Silva e cruzou para Sterling completar para a rede, 1 a 0 aos 26 minutos. Aos 31, Caballero não cobrou muito bem o tiro de meta e o Monaco tomou a bola. Fabinho avançou na lateral e cruzou para Falcão Garcia, sozinho, marcar de cabeça, 1 a 1. E aos 39, Fabinho lança Mbappé, chuta forte e marca o gol da virada do principado. Aos 4 minutos da etapa final, Falcão teve a chance de ampliar, mas perdeu o pênalti, quase recuando para Caballero.
Aos 12, Sterling tomou a bola e lançou Aguero, que na área chutou e Subasic aceitou, 2 a 2. Mas, dois minutos depois, el Tigre apareceu novamente. Falcão recebeu passe na entrada da área, driblou Stones e tocou por cobertura no goleiro Caballero, um golaço.
A resposta do City foi com outro belo gol. Escanteio cobrado por De Bruyne que Aguero pegou de primeira e de meio voleio mandou pro gol, 3 a 3. E aos 31, nova virada, mas dessa vez a favor do City. Stones, o perseguido pelos erros anteriores no jogo, apareceu bem na área em desvio de cobrança de falta e deixou o dele, 4 a 3. Em grande jogada coletiva do City, Aguero serviu Sané, que não perdoou e ampliou, final 5 a 3.




Em Portugal, o Porto recebeu a Juventus. O duelo estava equilibrado e com certa pressão portuguesa, mas, uma expulsão mudou tudo. Alex Telles, com duas faltas em dois minutos, foi expulso e deixou os donos da casa com um a menos aos 25 minutos da etapa inicial. A Velha Senhora cresceu na partida e vinha martelando a defesa lusa. Aos 26 da segunda etapa, Pjaca tocou para Dybala, que mandou passe para  Liechtsteiner, mas a bola desviou na defesa e voltou para Pjaca, que aproveitou e chutou sem marcação para fazer 1 a 0. 
Três minutos depois, Alex Sandro avançou na direita e cruzou para Daniel Alves, que dominou de peito e chutou para fazer o segundo dos italianos. Final 2 a 0. 



Em outro jogo com muitos gols, o Bayer Leverkusen recebeu o Atlético de Madrid. E os visitantes já começaram mais atentos. Tanto que, aos 16 minutos, Saúl avançou pela direita, puxou para o meio e acertou belo chute, tirando do goleiro Leno, 1 a 0 Atlético. Aos 24, bobeada impressionante da defesa alemã, com Dragovic cabeceando a bola para trás e deixando ela para Gameiro, que avançou, chamou dos marcadores e na entrada da área tocou para Griezmann, que fuzilou o gol, 2 a 0.
Na segunda etapa, logo aos dois minutos, Bellarabi apareceu na área em cruzamento rasteiro de Henrichs, mandando pro gol, 2 a 1. Aos 13, Gameiro deu uma caneta em Dragovic e sofreu pênalti. Ele mesmo cobrou e ampliou, 3 a 1 para os espanhóis. Nove minutos depois, aos 22, Brandt cruzou para a área e Moya espalmou para a frente, a bola bateu no zagueiro Savic e entrou, gol contra e 3 a 2 no marcador. O Leverkusen cresceu no jogo e fazia pressão sobre os visitantes, buscando um importante empate. Mas, a ducha de água fria chegou aos 40 minutos. Fernando Torres, El Niño, apareceu sozinho na área e cabeceou certeiro no canto para ampliar. Final 4 a 2 Atlético.




Em Sevilla, o time da casa recebeu o Leicester. A partida quase toda foi de domínio espanhol, com os ingleses buscando os contra golpes e Schmeichel sendo o grande jogador do jogo, com grandes defesas. E, aos 13 minutos, Schmeichel já precisou trabalhar. Joaquin Correa sofreu pênalti e ele mesmo cobrou, parando no paredão dinamarquês. Aos 24, Escudero fez bom avanço na lateral e cruzou para Sarabia cabecear certeiro, no canto, 1 a 0 Sevilla.
Os donos da casa seguiam dominando e chegaram a ter 71% de posse de bola. Aos 16 da etapa final, Jovetic recebeu lançamento, dominou no peito, limpou dois marcadores e tocou para Correa marcar, 2 a 0. Em um dos poucos lances no ataque, o Leicester soube aproveitar a oportunidade. Drinkwater fez cruzamento a meia altura para Vardy, que se esticou e marcou para os ingleses. Final 2 a 1 Sevilla.



Pela Libertadores, duas partidas emocionantes na volta da terceira fase eliminatória, com Botafogo e Atlético Paranaense decidindo suas vagas na fase de grupos e jogando fora de casa. O furacão visitou o Deportivo Capiatá no Paraguai, precisando vencer por qualquer placar, já que a ida foi 3 a 3 na Baixada. E o time paranaense se comportou bem, equilibrando as ações e chegando com certo perigo. Logo aos 11 minutos, escanteio cobrado, Paulo André desviou e Lucho Gonzalez apareceu para completar, 1 a 0. No final de jogo, com cinco minutos de acréscimos, o furacão tomou certa pressão dos paraguaios, mas conseguiu segurar e se classificar para a fase de grupos. A equipe estará no grupo 4, com Flamengo, Universidad Catolica e San Lorenzo.




Após vencer por 1 a 0 em casa, o Botafogo visitou o Olimpia precisando apenas de um empate. Mas, o alvinegro não fez boa atuação na partida. A equipe precisou das boas defesas de Helton Leite na primeira etapa para se manter viva na competição. No segundo tempo, o próprio Helton Leite acabou se machucando e saiu, dando lugar a Gatito Fernandez. O fogão vinha se segurando e conseguindo, mesmo sob pressão, manter o placar.
Até que aos 34 minutos, em jogada começada no toque de calcanhar de Roque Santa Cruz, a bola não foi bem tirada pela defesa botafoguense e sobrou para Montenegro, que não desperdiçou, 1 a 0. Com o resultado, a partida foi para os dramáticos pênaltis.
E aí brilhou a estrela de Gatito Fernandez, o goleiro reserva, que entrou na segunda etapa e pegou os dois primeiros pênaltis, cobrados por Ortiz e Mendoza. O Botafogo converteu as duas primeiras cobranças, com Camilo e Pimpão. Rodi Ferreira fez a terceira e Victor Luís fez para os brasileiros. Na quarta cobrança paraguaia, Benítez chutou, mas parou novamente no monstro Gatito Fernandez. Final 3 a 1 Botafogo nas penalidades e vaga na fase de grupos garantida.




Pelo Campeonato Paulista, Corinthians e Palmeiras fizeram o primeiro clássico comemorando o centenário da rivalidade entre as equipes. E o jogo teve muita pegada, faltas e polêmicas, ingredientes mais do que suficientes para um clássico. Quando a bola rolou em campo, o que foi pouco diante de tantas faltas acontecidas, o Palmeiras se saiu melhor. O lance capital da partida foi aos 45 minutos, quando Keno avançou e Maycon fez falta sobre ele. No entanto, o juiz errou e achou que Gabriel havia feito a falta, expulsando o jogador do Corinthians, que já tinha cartão amarelo. A equipe corinthiana e os dirigentes se revoltaram e o jogo ficou parado por vários minutos.
No segundo tempo, o Palmeiras teve mais espaço e chegou mais, deixando o Corinthians todo no campo defensivo. Porém, eram poucas as chances mais claras, o time não conseguia aproveitar a vantagem que tinha. A partida caminhava para um bom empate para o Corinthians. Até aos 42 minutos, quando Guerra errou ao se livrar da bola e perdeu para Maycon. O jogador tocou, Zé Roberto não conseguiu cortar e o passe chegou em Jô, que de frente para o gol não desperdiçou, 1 a 0 timão.





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sábado, 18 de fevereiro de 2017

África do Sul e o título da CAF de 96





A África do Sul viveu intensos e tristes anos sob o regime do Apartheid, que segregava os negros dos brancos e suprimia a maioria negra que vivia no país. Um dos eventos pós-Apartheid que mais nos lembramos para falar sobre o começo da reconciliação do país é a Copa do Mundo de Rugby de 1995. A competição foi vencida pela seleção sul-africana em casa e com muita união de brancos e negros tanto na torcida quanto na própria seleção, em participação ativa de Nelson Mandela.

Mas, além desse evento memorável, não podemos esquecer de outra grandiosa conquista do país no esporte e que também trouxe um sentimento de unidade ao país, a Copa Africana de Nações de futebol de 1996. Assim como a Copa do Mundo de Rugby não tinha os sul-africanos como favoritos, no futebol o favoritismo da nação era menor ainda.

Antes de falar da campanha, vamos aos personagens principais. O goleiro da equipe era Andre Arendse, que foi quatro vezes campeão sul-africano e na época da Copa Africana defendia o Santos Football Club, sim, uma homenagem ao Santos brasileiro. Arendse defendeu a seleção por 67 jogos e chegou a ser goleiro do Fulham por duas temporadas. de 98 a 2000.

Sizwe Mountag era o zagueiro da equipe. Ele passou por Leeds, Tenerife e até o Saint Gallen, da Suíça, além de clubes sul-africanos. Na época da CAF ele jogava no próprio país e disputou 26 jogos pelos Bafana Bafana.

Eric Tinkler era um dos meio campistas da seleção. Ele rodou por Portugual, Inglaterra, Itália e estava no Vitória de Setubal em 96. Phil Masinga foi um dos jogadores de maior sucesso do país. O atacante rodou por Inglaterra, Itália, Suíça e passou até no oriente médio. Na época da CAF estava defendendo as cores do Leeds. O onze inicial da equipe normalmente contava com Arendse, Motaung, Tovey, Fish, Niaty, Tinkler, Buthelezi, Moshoeu, Khumalo, Williams e Masinga. E o comandante da equipe era Clive Barker, renomado treinador no país que desde 1973 rodou por equipes até em 1994 chegar ao selecionado nacional. Por obra do destino, sorte, ou coincidências da vida, o Quênia não conseguiu se preparar como sede da CAF de 96 e assim a sede ficou com a África do Sul.

Por causa do regime do Apartheid, a África do Sul ficou por muitos anos proibida de participar de competições esportivas internacionais. No ano anterior, 95, a equipe enfim conseguiu realizar  mais amistosos e participou de uma copa, tendo boas atuações contra Egito e Costa do Marfim.

Foto: Getty Images


A Campanha

No primeiro jogo, com quase 80 mil presentes no FNB Stadium, a África do Sul encarou a poderosa seleção de Camarões, sensação da Copa de 94. Porém, os camaroneses já não contavam com vários talentos, que eram comandados por Roger Milla na Copa. Sem tomar conhecimento, a seleção da casa atropelou os leões indomáveis e venceu por 3 a 0, gols de Masinga aos 14, aproveitando lançamento longo, Williams aos 37 sendo oportunista no bate-rebate da área e Moshoeu aos 10 da segunda etapa, tabelando com Masinga e invadindo a área para tocar na saída do goleiro.




No segundo duelo, partida equilibrada diante de Angola. O gol saiu na segunda etapa, aos 13 minutos, com Williams. Final 1 a 0.

Já na terceira partida, jogo contra a grande seleção do Egito. Os Bafana Bafana não foram tão bem e logo aos sete minutos viram El Kass marcar o gol da vitória egípcia. Mesmo com a derrota, a seleção da casa se classificou em primeiro lugar no grupo, com saldo melhor que os egípcios, 3 contra 1.

Nas quartas de final, uma partida que foi a famosa prova de fogo da equipe da casa. O jogo foi contra a Argélia e como podemos ver nos melhores momentos abaixo, a partida foi bem disputada. A seleção da casa saiu na frente já aos 27 minutos, com Mark Fish dando um carrinho oportunista na área. O empate saiu já na bacia das almas, aos 39 minutos. Tarik Lazizi subiu bem no escanteio para marcar para a Argélia. Mas, na vontade, no minuto seguinte, John Moshoeu aproveitou a bola na intermediária e acertou chute certeiro no canto, 2 a 1 e festa no estádio.  






Na semifinal, outra pedreira no caminho sul-africano, dessa vez Gana, que era comandada por nada menos que Abedi Pelé, o maior artilheiro e jogador da história do país, mas que suspenso não jogou. E, assim como no confronto com Camarões lá na primeira fase se esperavam dificuldades, o passeio da seleção da casa foi igual. Moshoeu marcou dois gols, um aos 22 e outro aos 42 da segunda etapa, enquanto Williams fez o dele com um minuto da etapa final. 

Com 80 mil presentes no FNB Stadium, a África do Sul entrou em campo diante da Tunísia em busca do título inédito. O nervosismo atrapalhou a equipe, que errou muito na primeira etapa e acabou passando zerada no placar. No segundo tempo, o time colocou mais a bola no chão e conseguiu concretizar as jogadas. Aos 28 minutos, falta cobrada, a bola foi desviada de cabeça, o goleiro errou e chegou na segunda trave em Masinga, que cruzou na medida para Mark Williams cabecear e abrir o placar. 
Dois minutos depois, erro na saída de bola da Tunísia, com Radebe tomando a bola e tocando para Williams, de novo ele, entrar na área e tocar fora do alcance do goleiro, 2 a 0. 



Um título que entrou para a história do futebol e também da África do Sul como um todo. Se o esporte pode transformar a sociedade, podemos dizer que ele fez bastante pela África do Sul com as conquistas no futebol e no rugby.  


terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Artilheiros Continentais







Se tem uma competição que anima as torcidas pelo mundo esta é a copa continental. Sejam as Ligas dos Campeões da Europa, Ásia, Oceania, África, América do Norte ou a Libertadores da América, temos os jogadores que se destacam pela artilharia pesada. Traremos aqui os maiores artilheiros de cada uma das competições continentais, seja em uma única edição ou no somatório das participações. 


Ásia

Dong-Gook Lee, o matador asiático - Foto: AFP

Na Liga dos Campeões da AFC, a Federação Asiática de Futebol, temos um brasileiro como maior artilheiro de uma única edição da Liga. Muriqui, atuando no chinês Guangzhou Evergrande, anotou 12 gols na edição de 2013/14. O Guangzhou foi o campeão daquele ano.

O artilheiro geral da AFC Champions League é o sul-coreano Dong-Gook Lee. Lee conseguiu a marca de 32 gols em 57 jogos disputados na competição. Ele defende o Jeonbuk, da Coréia do sul e já tem 37 anos de idade. 


Oceania

Totori, o cara da Oceania - Foto: Getty Images

Se já não é muito fácil encontrar dados da Ásia, a Oceania precisa de confiança nos poucos sites que tratam da Liga de lá. Em uma única edição da Liga dos Campeões da Oceania, Sasho Petrovski é o artilheiro, com 13 gols anotados em 2001 quando defendeu o Wollongong Wolves e foi campeão. Ele soma 17 na história, com mais quatro gols feitos em 2005.

Na artilharia histórica,  Benjamin Totori é quem mais balançou as redes oceânicas com 20 tentos. Ele fez 7 gols pelo YoungHeart Manawatu em 2006, 7 pelo Waitakere United de 2008 a 2010 e 6 pelo Koloale em 2011 e 2012. Totori foi campeão da Liga dos Campeões da OFC em 2008 pelo Waitakere United.



África

A lenda do Egito e do Al-Ahly, Aboutrika - Foto: Getty Images

No continente africano, o maior artilheiro de uma edição única da Liga dos Campeões da África, desde 2000, é o jogador Stephen Worgu, que defendeu o Enyimba Aba, tanto o jogador quanto o clube nigerianos. Worgu marcou 13 gols na edição de 2008 da competição. 

Já o artilheiro geral da Liga dos Campeões da África é a lenda egípcia Mohamed Aboutrika, com 31 gols. Ele foi artilheiro na edição de 2006, com oito gols anotados e disputou 88 jogos da competição pelo Al-Ahly. Ele se aposentou em 2014. 

América do Norte

Orozco, artilheiro unificado na Concachampions - Foto: Azetaca Deportes
Na América do Norte, já tivemos várias competições continentais, mas é difícil de encontrar dados falando mais sobre as artilharias. Portanto, pegamos apenas os números da Liga dos Campeões da Concacaf, que existe desde 2008.

O maior artilheiro de uma única edição da competição foi Javier Orozco, quando jogava no Cruz Azul, na temporada 2010/11 e anotou 11 gols. E Orozco também é o maior artilheiro de todas as edições da Concachampions, com grandiosos 24 gols marcados em quatro participações.

Europa

O maior artilheiro continental - Foto: Getty Images

No velho continente, os artilheiros são velhos conhecidos do público nos últimos anos. Na temporada 2013/14, Cristiano Ronaldo destruiu e em 11 jogos marcou 17 gols. Ele quase alcançou o mesmo número em 15/16, marcando 16 gols. E, na artilharia geral, o gajo também é o líder. Cristiano tem nada menos que 95 gols, contra 93 de Messi, que vem na perseguição pela artilharia histórica.


Libertadores da América

Alberto Spencer, artilheiro não superado há mais de 50 anos


Em La Copa, o maior artilheiro em uma única edição é Daniel Onega, com 17 gols feitos. O argentino defendeu as cores do River Plate em 1966 para, nesse ano ser vice-campeão da competição, perdendo a final para o Peñarol. El Fantasma, como era chamado, nunca ganhou um título pelo River Plate, mas marcou 118 gols em 252 jogos pela equipe.

Na artilharia geral da Libertadores, um jogador que sabia como poucos ser artilheiro. Alberto Spencer fez história no Peñarol, sendo artilheiro de duas edições da Libertadores, em 1960 com sete gols e 1962, com seis. Spencer fez nada menos que 54 gols no total da competição continental. Ele é o segundo maior artilheiro do Peñarol, com 326 gols em 519 jogos. O jogador foi o primeiro a marcar quatro gols em uma partida na história da competição, com quatro tentos anotados na vitória por 7 a 1 no Jorge Wilstermann. O brasileiro com mais gols na Libertadores é Luizão, com 29 gols.

Agradecimentos aos amigos Yuri Casari e ao glorioso Arthur pela ajuda em encontrar alguns dados.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Podcast Nerd Esporte #15 - Superbowl LI






Está no ar mais um Podcast Nerd Esporte! Para começarmos o ano, Arthur e João trazem o nosso especialista Artur Lira para falar sobre o Superbowl LI. Saiba as expectativas e a campanha das equipes para o grande jogo, como foi o começo arrasador do Atlanta Falcons e a surpreendente e histórica reação do New England Patriots. E a pergunta, Tom Brady é o maior de todos os tempos?




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Citado no Podcast:

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E veja alguns números e curiosidades sobre o Draft que selecionou Tom Brady, AQUI


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